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Alagoanos pagaram R$ 6,6 bilhões em impostos no primeiro semestre, uma alta de mais de 20%

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Reprodução

A arrecadação de impostos em Alagoas atingiu R$ 6,6 bilhões no primeiro semestre, um crescimento de 20,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo os números do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo. Entram na contagem os tributos federais, estaduais e municipais, além de taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e correção monetária.

De acordo com o levantamento, somente os contribuintes de Maceió pagaram R$ 297 milhões de impostos no primeiro semestre deste ano. O volume corresponde 4,5% do total arrecadado em todo o Estado. O volume de impostos arrecadados em Alagoas no primeiro semestre corresponde a 0,46% do R$ 1,27 trilhão pago pelos contribuintes em todo o País.

Mesmo da pandemia, o economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, diz que apesar de várias prestações de serviços e o comércio estarem sendo muito afetados nesse período, atividades que geram muitos impostos cresceram bastante. “Alguns exemplos são as exportações, que estão em alta, e o montante das vendas em supermercados que, além de estar muito elevado, ainda proporciona maior arrecadação por conta dos preços dos produtos que vêm subindo”, enumerou.

O Impostômetro calcula automaticamente os dados utilizados pela Receita Federal, Secretaria do Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal, Tribunal de Contas da União e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As receitas dos estados e do Distrito Federal são apuradas com base nos dados do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), das Secretarias Estaduais de Fazenda, Tribunais de Contas dos Estados e Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda. As arrecadações municipais são obtidas por meio dos dados da Secretaria do Tesouro Nacional, dos municípios, que divulgam seus números em atenção à Lei de Responsabilidade Fiscal, dos Tribunais de Contas dos Estados.

Somados, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Serviços (ISS), o Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Importação (II) representam a maior fatia de arrecadação para os cofres públicos. Vale destacar também como representativo para os cofres públicos o montante pago pela população e pelas empresas em Imposto de Renda (IR).

fonte: Gazetaweb

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