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Alagoas acumula 5.637 postos de trabalho fechados nos primeiros sete meses deste ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nessa segunda-feira (29), pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O resultado é saldo das 92.207 admissões, ante 97.844 demissões.
Em julho foram abertas 1.937 vagas de emprego formal. Os dados do acumulado do ano mostram que os mais atingidos pelo fechamento de postos de trabalho em Alagoas são homens, com ensino fundamental incompleto e idade entre 30 e 49 anos. Os trabalhadores ligados à cana-de-açúcar são os profissionais mais penalizados.
Em todo o Brasil foram geradas 218.902 vagas de empregos com carteira assinada no mês de julho. No acumulado de 2022, foram gerados 1.560.896 empregos formais. Entre agosto de 2021 e julho de 2022 (últimos 12 meses), o saldo positivo ficou em 2.549.939 vagas geradas.
Com isso, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada está em 42.239.251. Ainda segundo o Caged, de julho de 2020 a julho de 2022, o saldo positivo está em 5.542.283 novos postos de trabalho, “decorrentes de 43.141.648 admissões e 37.599.365 desligamentos no período”.
Os cinco segmentos analisados registraram saldos positivos em julho. O maior crescimento foi o de serviços, que apresentou saldo positivo de 81.873 postos de trabalho formais. O grupamento industrial registrou 50.503 novos postos; e o comércio gerou 38.574 vagas no mês.
No acumulado do ano, a construção civil foi o setor com melhor desempenho, ao registrar crescimento de 9,38% (ou 216.585 novos postos) no estoque de empregos formais. O de serviços gerou 874.203 vagas (alta de 4,56%), seguido pela indústria, com 266.824 novos empregos (3,37%).
Setor de serviços em Alagoas fechou mais de 7 mil postos de trabalho durante a pandemia
São Paulo foi o estado que registrou, no mês, maior número de empregos formais gerados: 67.009, o que representa uma alta de 0,51%. Minas Gerais agregou 19.060 novos postos (0,43%); e Paraná agregou mais 16.090 empregos formais (0,55%).
“Do ponto de vista regional o grande destaque foi a Região Norte, com um crescimento de 0,8% da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras”, destacou o ministério.
Com relação aos salários, pelo segundo mês seguido observou-se aumento no salário médio real de admissão. Na média, o valor acertado ficou em R$ 1.926,54, o que representa uma alta de 0,80%.
“Comparado ao mês anterior houve um acréscimo real de R$ 15,31, sendo o maior crescimento verificado no setor do comércio, R$ 1.685,67, variação de 1,95%”, detalhou o levantamento.
fonte: gazetaweb




