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CNMP abre processo que pode resultar na demissão de promotor após denúncias de violência doméstica

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Sidrack Nascimento é promotor de Justiça de Alagoas FOTO: Arquivo pessoal

O promotor de Justiça de Alagoas Sidrack Nascimento vai responder a um processo administrativo disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) devido acusações de violência doméstica contra a falecida esposa. A sanção máxima prevista para o caso é a demissão do cargo público. A decisão unânime foi tomada na sessão ordinária dessa terça-feira (23).

A irmã da vítima, Fernanda Moreira, que também é promotora de Justiça de Alagoas, aparece como parte interessada no processo administrativo contra o ex-cunhado e colega de Ministério Público de Alagoas (MP/AL). Durante a leitura dos autos do processo, o conselheiro relator narrou as agressões sofridas por Martha Nascimento, que tirou a própria vida no dia 8 de maio de 2019, dentro da casa em que morava com o promotor em Maceió.

O conselheiro Rinaldo Reis Lima conta que mensagens e fotos extraídas do celular da vítima evidenciam as agressões. Além dos depoimentos dos filhos, que detalham as agressões que a mãe sofria, como tapas, murros e enforcamento.

Uma das situações narradas pelo conselheiro, baseado no que encontrou no celular da vítima, é uma conversa dela com a irmã Fernanda Moreira, que também é promotora de Justiça de Alagoas, em que Martha diz estar trancada no banheiro porque o marido está em casa armado e a ameaçando.

Inicialmente, o conselheiro relator recomendou a suspensão de Sidrack Nascimento das funções por 90 dias. Contudo, durante o debate com os outros membros do colegiado, ele aceitou a sugestão para recomendar a demissão do membro do MP/AL. A conselheira Sandra Krieger se mostrou surpresa ao saber que não há processo contra Sidrack Nascimento na esfera criminal. “Nossa! Meu Deus”, reagiu ela.

Gazetaweb procurou a assessoria de comunicação do MP/AL para se pronunciar sobre o caso, mas foi informada de que o processo está correndo em segredo de justiça. “Então, em razão disso, nenhuma das partes envolvidas pode falar nada sobre o caso até que ele esteja transitado em julgado”, informou.

fonte: Gazetaweb

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