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Famílias de Bebedouro não têm mais onde enterrar seus mortos por causa da Braskem

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Começa hoje (23) cadastro para comércio ambulante em torno dos Cemitérios. / Foto: Ascom Semscs.

Até os mortos de Bebedouro são punidos pela ação histórica da Braskem, com reflexos em toda a cidade de Maceió.

Eis a dura constatação do Movimento Unificado das Vítimas da Braskem, que enviou um pedido de socorro, na semana passada, à Defensoria Pública Estadual.

Em documento assinado por vários representantes do colegiado, o MUVB relata que alguns dos seus integrantes estão sendo procurados “com frequência pelas famílias que possuem jazigos no Cemitério Santo Antônio diante da morte de algum ente, as dificuldades enfrentadas para fazer o sepultamento, pois estão sendo privadas de usar o jazigo da família, algumas inclusive tiveram de sepultar em outros municípios”.

O que pede o Movimento Unificado das Vítimas da Braskem?

Que a Defensoria impetre uma ação obrigando o município a ampliar a capacidade dos cemitérios existentes em Maceió, para atender a demanda. 

Eles afirmam que a Superintendência Municipal de Desenvolvimento Sustentável afirmou que houve um aumento de 13% na sobrecarga dos demais cemitérios públicos de Maceió, após a interdição, para sepultamento, do Cemitério de Santo Antônio, de Bebedouro, outra vítima do afundamento do bairro.

E num momento em que já existe superlotação nos demais cemitérios.

“Além da dor da perda de um ente querido, as famílias são submetidas ao constrangimento e transtorno de não ter onde sepultar seu familiar”. 

Que tristeza, gente!

fonte: cadaminuto

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