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Funcionários do Sanatório param atividades para cobrar salários, férias e vale-transporte

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Funcionários do Sanatório paralisam atividades em busca de salários, férias e vale-transporte foto: Cortesia à Gazetaweb

Funcionários dos setores de enfermagem, administrativo e de asseio e conservação do Hospital Sanatório, em Maceió, paralisaram as atividades, na manhã desta segunda-feira (19), para cobrar pagamento dos salários, das férias e do vale-transporte. Eles denunciam que estão sem receber há dois meses, além de conviver com os riscos na estrutura da unidade, devido às rachaduras, e o não recolhimento do lixo hospitalar.

Parte dos trabalhadores se concentrou em frente ao prédio onde funciona o hospital, no bairro do Pinheiro, em protesto contra o atraso nos vencimentos. A promessa é de manter, apenas, 30% do atendimento ao longo do dia, respeitando o que preconiza a Constituição em caso de movimentos grevistas. https://www.youtube.com/embed/glwn6UwUa-M?ecver=1&iv_load_policy=3&rel=0&showinfo=0&yt%3Astretch=16%3A9&autohide=1&color=red&width=560&width=560&amp=

De acordo com o presidente do Sateal [Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem no Estado de Alagoas], Mário Jorge Filho, a situação no Sanatório está cada vez mais insustentável. Ele diz que os funcionários são liberados para gozar as férias, mas sem o direito de receber o dinheiro proporcional ao período. Os que faltam ao serviço por não terem recebido o vale-transporte também estariam sendo punidos.

“A direção do hospital alega que está nesta situação por aguardar os repasses da Secretaria de Estado da Saúde, que estariam atrasados, e a antecipação da verba indenizatória da Braskem, pelos danos causados pela mineração na localidade. Por enquanto, tem autorização para funcionar no Pinheiro, servindo, inclusive, como unidade de retaguarda do HGE”, destacou o sindicalista.

Ele acrescenta que o Sanatório não efetuou o pagamento da empresa que faz o recolhimento do lixo hospitalar. Por causa disso, centenas de bolsas de resíduos se amontoam em um espaço aos fundos, colocando em risco a vida de mais de mil trabalhadores, além dos pacientes em tratamento.

Lixo hospitalar não vem sendo recolhido – Foto: Cortesia à Gazetaweb

“Sem falar nas rachaduras que são visíveis. As que aparecerem nas paredes foram fechadas com massa corrida. Mas as do piso continuam lá”, denuncia Mário Jorge Filho.

A entidade acompanha o movimento desta segunda e informa não ter conhecimento da adesão por parte dos profissionais médicos. “Só sabemos que tem médicos pedindo demissão de lá”.

O presidente do Sateal denuncia, ainda, que a direção do Sanatório contratou novos funcionários para atuação no setor de Hemodiálise, no último fim de semana. “Seria controverso, já que o hospital alega não ter dinheiro para pagar os funcionários do quadro e acaba contratando novos”, avalia.

Gazetaweb tenta contato com a unidade, para obter esclarecimentos acerca da atual situação.

Fonte: Gazetaweb

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