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Lula ultrapassa Bolsonaro na corrida para 2022, aponta XP-Ipesp

De outubro de 2020 até março de 2021, a avaliação negativa saltou de 31% para os 48% de agora
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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Pronunciamento de Jair Bolsonaro foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A rodada de Abril da pesquisa XP/Ipespe mostra continuidade na trajetória de alta da rejeição ao governo de Jair Bolsonaro. São 48% os que consideram o governo ruim ou péssimo, três pontos percentuais a mais que o levantamento anterior. Com os resultados, o ex-presidente Lula ultrapassou Bolsonaro na corrida para 2022.

Em pesquisa estimulada, Lula tem agora 29% de intenções de voto contra 28% de Bolsonaro na sondagem anterior o petista tinha 25% e o presidente, 27%. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. O ex-juiz Sergio Moro e o ex-governador Ciro Gomes vêm na sequência, com 9% cada.

Nas simulações de segundo turno, Lula também está numericamente à frente de Bolsonaro, com 42% a 38% na pesquisa do início de março, Bolsonaro tinha 41% e Lula, 40%.

AVALIAÇÃO DO GOVERNO

Desde outubro, quando o movimento de alta se iniciou, a avaliação negativa saltou de 31% para os 48% de agora. Nesse período, os que consideram o governo ótimo ou bom saíram de 39% para 27%.

A diferença de 20.3 pontos percentuais entre os que têm avaliação negativa e os que têm avaliação positiva é a maior desde maio do ano passado. Em direção contrária, no entanto, melhorou a avaliação que os brasileiros fazem da atuação de Bolsonaro para enfrentar o coronavírus – embora permaneça majoritariamente negativa. Caiu de 61% para 58% os que a consideram ruim ou péssima, e passou de 18% para 21% os que dizem avaliá-la como boa ou ótima.

Já em relação aos governadores, a avaliação piorou: passou de 23% em fevereiro para 31% os que dizem considerar ruim ou péssima a atuação do governador do próprio estado (essa pergunta não havia sido feita no levamento do início de março). Outros indicadores mostram que nunca esteve tão grande o medo que os entrevistados dizem ter sobre a pandemia. São 55% os que dizem estar com muito medo da doença, contra 49% no último levantamento.

fonte: Gazetaweb

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