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Maceió registra aumento de 288% de notificações de casos da dengue

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© Reuters/Paulo Whitaker/Direitos Reservados

A capital alagoana registrou de janeiro até o mês de dezembro 3.524 notificações para dengue. Com isso, o município aumentou os casos em 288,10% em relação ao número notificados no mesmo período de 2020, que não passou de mil, totalizando 908 casos. Também houve aumento no número de casos de Chikungunya e Zika, nos períodos citados, de 80,45% e de 32,60%, respectivamente, em relação aos notificados no ano passado. Os dados são da Gerência das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que os divulgou, nesta terça-feira (21).

Os números são do 3º Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti – Liraa, que fechou o ano apresentando Maceió com 46% dos seus 50 bairros – 23 localidades – com situação satisfatória em relação ao risco de ocorrência de epidemia de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya.

No entanto, três bairros apresentam índices preocupantes. Neste último levantamento de 2021, os índices de infestação mais elevados foram detectados nos bairros de Ponta Verde (10,83%), Jardim Petrópolis (7,43%) e Chã da Jaqueira (4,58%) que, ao apresentarem índices de infestação predial acima de 4%, representam um percentual de 6% de risco de epidemia na Capital.

Realizado pela Coordenação do Programa de Controle do Aedes aegypti, o 3º Liraa foi feito no período de 06 a 10 de dezembro em 16.555 imóveis da capital.

Limpeza dos domicílios

Dentre os tipos de criadouros predominantemente encontrados durante a pesquisa foram identificados os depósitos em nível de solo ou que podem ser removidos (tambores, barris, baldes, potes, tonéis, cisternas e poços – 32%), recipientes ornamentais (vasos de plantas e para outros fins, além de comedouros para animais – 31%) e lixo acumulado (recipientes, plásticos, garrafas, latas, etc. – 19%).

“A constatação relacionada aos criadouros nos mostra que a população pode não estar tão atenta assim às orientações das equipes de inspeção. Lembramos, porém, que é preciso que todos se mantenham alertas, para que o acúmulo de água, especialmente nas residências, deixem de servir de criadouro para o mosquito. Observem cada canto dos seus domicílios regularmente e promovam o descarte de qualquer material que não tenha utilidade”, ressalta a gerente das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos, Carmem Samico.

Carmem Samico destaca ainda que a população também pode lançar mão do Disque Dengue (3312-5495) para solicitar uma visita da equipe de inspeção ou informar ao município qualquer local que apresente características propícias para a proliferação do mosquito, como terrenos baldios, casas abandonadas ou com piscinas desativadas.

*Com assessoria

fonte: Gazetaweb

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