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Médias de mortes e novos casos de Covid-19 chegam ao menor patamar desde janeiro

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prefeitura junho

Números da pandemia de Covid-19 são os mais baixos desde janeiro de 2022

As médias móveis de mortes e novos casos de Covid-19 no Brasil seguem em queda e atingiram os menores números desde janeiro nesta sexta, 8, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). Hoje, o Brasil teve 149 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, e registrou 30.212 novos casos da doença. A média móvel ficou em 160 por dia na última semana, o menor número desde 17 de janeiro, quando estava em 154. A média móvel de novos casos ficou em 21.257 diários, a menor quantidade desde 6 de janeiro, quando estava em 15.670. No total, o Brasil teve 30.123.963 casos de Covid-19 detectados e 661.122 mortes causadas pelo coronavírus desde o início do espalhamento do coronavírus. Os números refletem a “extinção” da terceira onda da pandemia, a da variante Ômicron, como relatou a Fiocruz em seu relatório semanal sobre o estado atual da doença no país.


A fundação, que monitora o andamento da pandemia no país, afirma que há uma “manutenção da tendência de queda” dos indicadores de “incidência e mortalidade” do vírus respiratório. A diminuição também ocorre nos casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG). Em outros períodos críticos da pandemia, de acordo com a Fiocruz, “98% das internações por SRAG eram positivas para Covid-19, proporção que hoje se encontra em 50,7%”.

“O cenário atual ratifica o arrefecimento da carga colocada pela Covid-19 sobre o sistema de saúde e, mais especificamente, sobre leitos de alta complexidade”, diz o texto do Observatório Covid. A Fiocruz finaliza seu estudo com a afirmação de que, embora o número de internações tenha “diminuído substancialmente”, estes casos ocorrem proporcionalmente mais entre a população de maior faixa etária e, por isso, é necessário “ter atenção especial ao estímulo para a vacinação entre os idosos, já que para eles está disponível a quarta dose da vacina, e as crianças de 5 a 11 anos, para as quais a cobertura vacinal ainda cresce de forma muito lenta”.

fonte: jovempan.com.br

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