A Hora da Notícia

Mesmo com um jogador a mais, CSA sofre empate e fica no 1 a 1 com o Bahia

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on telegram
Share on whatsapp
prefeitura junho

Uendel Galter / Ag A Tarde

Na noite desta quarta-feira (16), Bahia e CSA fizeram uma prévia do que encontraremos na Série B de 2022. Jogando na Arena Fonte Nova, em Salvador, Tricolor e Azulão ficaram no empate de 1 a 1, pela 5ª rodada da Copa do Nordeste. Enquanto Lucas Barcelos abriu o marcador para os alagoanos, Rodallega fez para o Esquadrão.

A igualdade em Salvador manteve o Azulão na mesma posição em que iniciou a rodada: 2º lugar do Grupo A, agora com oito pontos. A notícia boa é que o time azulino não pode sair do G4, independentemente da conclusão da rodada. Por outro lado, o Bahia fica em uma situação um pouco mais complicada, já que é o terceiro do Grupo B, com sete pontos.

O time marujo continuará com seu foco completamente voltado à Copa do Nordeste. Porém, desta vez, jogará dentro de casa, no Estádio Rei Pelé. O Azulão reencontra o Náutico, que tem sido pedra no sapato há algum tempo. O duelo será domingo (20), às 16 horas. Por outro lado, no sábado (19), às 17h45, o Bahêa fará o Clássico Tricolor contra o Fortaleza, também pela Lampions. O duelo será no Ceará, no Estádio Castelão.

Dominado no primeiro tempo, Bahia sofreu para conseguir gol de empate – Foto: Uendel Galter / Ag A Tarde

1º Tempo

Com surpresas nas duas escalações titulares, o confronto começou muito estudado, sem nenhuma infiltração ofensiva. Demorou, mas quem chegou primeiro foi o Bahia, aos seis minutos. Com um cruzamento quase perfeito de Daniel, o zagueirão Luiz Otávio cabeceou com perigo e assustou Carné. O lance impulsionou os mandantes, que aos oito minutos chegaram novamente, com um chutaço de Willian Maranhão, porém, a redonda foi para fora.

Apesar disso, era notória uma superioridade baiana nos primeiros minutos, seja controlando mais a posse, ou nem levando sustos na defesa. A primeira chegada do CSA foi aos 10, numa tentativa frustrada de finalização de Rodrigo Rodrigues. Entretanto, bastou esse lance para o Azulão entrar de vez no jogo. Logo na sequência, com 11 minutos, após jogada bem trabalhada na ponta, Ernandes cruzou na medida, direto na cabeça de Lucas Barcelos, abrindo o placar.

Lucas Barcelos vibra com o primeiro gol azulino – Foto: Morgana Oliveira

O nervosismo do Bahia ficou notório após sair atrás. Assim como no lance do gol, aos 14 minutos o clube falhou feio na saída de bola, gerando contra-ataque, que não foi aproveitado por Rodrigo Rodrigues. Sem conseguir sair para o ataque, logo a marcação azulina funcionou como uma luva. Após Rodallega falhar na defesa, Rodrigo Rodrigues invadiu a área e cruzou com perigo. Para a sorte do Tricolor, ninguém tocou para o gol. Tudo isso aos 20 minutos.

Com 22 minutos, finalmente, os mandantes conseguiram assustar a torcida do CSA. Marco Antônio fez uma boa jogada pela ponta esquerda, chegou na entrada da área e mandou um petardo que desviou e explodiu no travessão de Marcelo Carné. O lance incendiou o duelo, de ambos os lados. As tentativas não pararam por aí. Com 27′, Douglas Borel resolveu arriscar de muito longe, e a redonda foi por cima do travessão. Mesmo tentando muito, o elenco do Tricolor de Aço não escapou de algumas vaias do seu torcedor.

Mesmo com isso, o Bahêa foi crescendo durante o confronto, especialmente quando o CSA preferiu ficar mais focado na defesa. Aos 30 minutos, Patrick de Lucca recebeu um passe açucarado dentro da área, fez lindo corte e bateu de canhota. Marcelo Carné espalmou, salvando a meta azulina, altamente bombardeada. Com 35, foi a vez de Raí tentar marcar. Após receber de Rodallega, o jovem bateu colocado, mas a bola subiu muito. A resposta do CSA veio com Marco Túlio, aos 36, que assustou Danilo Fernandes, finalizando de fora.

A partir dos 40 minutos, o duelo ficou um pouco menos elétrico, gerando um pouco mais de cautela, especialmente do lado do Bahia. O Azulão de Mozart mostrou-se tranquilo para controlar o importante resultado de 1 a 0. Quando tinha a posse, a equipe optou por tocar a bola, tirando as chances de o Tricolor atacar. A última grande chance do primeiro tempo, aos 44′, foi justamente do Bahia. Douglas Borel chutou de dentro da área e, novamente, Marcelo Carné salvou de maneira magnífica, decretando o resultado parcial.

CSA foi para o intervalo com o placar parcial de 1 a 0 – Foto: Uendel Galter / Ag A Tarde

2º Tempo

Diferente do primeiro tempo, o primeiro grande acontecimento da etapa final não foi uma grande chance, pelo contrário. Quando o CSA conseguiu seu primeiro contra-ataque, Rodrigo Rodrigues ia disparando na direção do gol, porém, foi puxado por Luiz Otávio, aos 3 minutos. A arbitragem assinalou uma falta e expulsou o zagueiro tricolor. Marco Túlio cobrou a falta, no lance seguinte, e Danilo Fernandes conseguiu segurar para salvar o Esquadrão de Aço de algo pior.

Todavia, o arqueiro alagoano também precisou salvar os seus jogadores. Raí Nascimento apareceu pelo lado direito da grande área e mandou uma bomba, na direção do gol. Porém, Carné, o iluminado, defendeu com a mão esquerda, livrando o time marujo do empate mais uma vez.

Com a pressão, logo Mozart resolveu mexer no time titular. O professor resolveu abrir mão dos atacantes Marco Túlio e Lucas Barcelos, para colocar o volante Geovane e o atacante Osvaldo, respectivamente. Por outro lado, Guto Ferreira fez logo quatro alterações em um intervalo muito curto de tempo, optando por atletas mais jovens. A medida funcionou, mas o CSA colocou correntes na defesa, para não deixar nada passar.

O confronto ficou bem igual durante os minutos iniciais, com poucas chances criadas, já que o Bahia não infiltrou na grande área. Por isso, aos 30 minutos, a solução que o atacante Rodallega encontrou foi uma bomba de fora da área. Posicionado na meia-lua, o camisa 9 soltou um torpedo que entrou no ângulo de Marcelo Carné, indefensável para o melhor jogador do confronto. O gol veio com tanta intensidade que, inclusive, Rodallega machucou o pé.

Rodallega comemora gol de empate, mesmo lesionado – Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Mozart fez novas mudanças para responder à nova situação do jogo, porém, não parece que serviu, já que o Bahêa seguiu pressionando. A torcida caiu nas graças do duelo, empurrando o Esquadrão, que era guiado em campo, especialmente, pelos jovens atletas. Rezende, que também entrou no 2º tempo, arriscou uma bomba aos 41 minutos, mas Carné segurou novamente.

A arbitragem cearense decretou cinco minutos de acréscimos para um dos clubes tentar terminar com um final mais feliz na Fonte Nova. O CSA subiu as linhas, mas também teve dificuldades para criar. Osvaldo tentou aparecer pela esquerda, porém, não conseguiu servir seus companheiros. Já prejudicado numericamente, o Tricolor de Aço não forçou tanto nos últimos minutos e preferiu segurar o 1 a 1, que assim aconteceu.

Ficha técnica

CSA – Marcelo Carné; Lucas Marques, Wellington, Werley e Ernandes; Luiz Henrique (Yann Rolim), Gabriel (Giva) e Felipe Augusto; Marco Túlio (Geovane), Lucas Barcelos (Osvaldo) e Rodrigo Rodrigues (Dalberto). Técnico: Mozart.

Bahia – Danilo Fernandes; Douglas Borel (André), Luiz Otávio, Ignácio e Matheus Bahia (Luiz Henrique); Willian Maranhão (Rezende), Raí, Patrick e Daniel (Henrique); Marco Antônio (Ronaldo) e Rodallega. Técnico: Guto Ferreira.

Cartões amarelos – Werley (CSA)

Cartões vermelhos – Luiz Otávio (Bahia)

Árbitro – Adriano Barros Carneiro (CBF-CE)

Assistentes – Nailton Junior de Sousa Oliveira (CBF-CE) e Renan Aguiar da Costa (CBF-CE)

Quarto árbitro – Eziquiel Sousa Costa (CBF-BA)

fonte: Gazetaweb

Compartilhe essa informação

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on telegram
Telegram
Share on whatsapp
WhatsApp

Notícias Relacionadas

Comente