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Mulher que teve “doença da urina preta” deixa hospital; irmã segue na UTI

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Flávia Andrade estava internada em hospital no Recife desde o sábado (20) e teve alta nesta quarta-feira (24) foto: Reprodução/WhatsApp

Uma das duas irmãs internadas com a Síndrome de Haff, conhecida popularmente como ‘doença da urina preta’, após comer peixe recebeu alta do Hospital Português, no Recife, na manhã desta quarta-feira (24). A empresária Flávia Andrade, de 36 anos, saiu do local após quatro dias de internamento na unidade de saúde, onde chegou no sábado (20).

A irmã dela, a médica veterinária Pryscila Andrade, de 31 anos, permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do mesmo hospital particular desde o dia 18 de fevereiro.

“As taxas dela baixaram e o resto da recuperação vai ser em casa. Não vai precisar tomar nenhum remédio, mas precisa beber muito líquido e se hidratar bastante”, afirmou a mãe delas, a empresária Betânia Andrade.

O Hospital Português confirmou a alta de Flávia, mas informou que não vai divulgar boletins com atualizações sobre o estado de saúde de Pryscila porque a família não autorizou. Ao G1, a mãe delas contou sobre o quadro clínico de Pryscila.

“Ela ainda está com o fígado e os rins comprometidos, mas voltou a conseguir movimentar os braços, pois, até então, estava com a musculatura toda travada”, declarou.

Flávia e Pryscila chegaram ao local apresentando mal-estar e dores após a ingestão de peixe da espécie arabaiana comprado no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife. A família delas contou ao G1 que os médicos confirmaram, no sábado (20), o diagnóstico de Síndrome de Haff.

Casos investigados no estado

Procurado pelo G1, o Ministério da Saúde afirmou que, “segundo a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, há informação de nove casos em investigação em 2021” no estado. O governo de Pernambuco, por sua vez, informou que há cinco casos dessa doença rara em investigação.

 Fonte: Gazetaweb

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