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Seis em cada 10 alagoanos acima dos 60 anos têm alguma comorbidade, aponta Dieese.

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

foto: Ailton Cruz

Levantamento divulgado nesta semana, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revela que 61% dos 471 mil alagoanos com 60 anos ou mais tem alguma comorbidade. Em números absoluto, a taxa representa uma população de 287,3 mil pessoas. A população de pessoas com 60 anos ou mais em Alagoas representa 14,1% da população do Estado.

De acordo com o levantamento, que tomou como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid19, o índice de idosos alagoanos com comorbidade é maior do que a média nacional de 58%. Ainda segundo o Dieese, do total de alagoanos com 60 anos ou mais, apenas 17% – o equivalente a 80,07 mil – têm plano de saúde. A taxa é quase a metade da média nacional de 32% de idosos que têm assistência médica.

A pesquisa do departamento também revela também que 88% dos idosos alagoanos moram com outras pessoas, sendo que 30% deles dividem o lar com algum estudante. Na prática, esse dado é importante porque revela um grande potencial de contaminação pela Covid-19 no ambiente familiar, mesmo em um cenário no qual os idosos em si permanecem socialmente isolados. Os dados do Dieese mostram que até novembro do ano passado – data em que o estudo do órgão se baseiam – 3,1% dos alagoanos com 60 anos ou mais testaram positivo para a Covid-19. A taxa é maior do que a média nacional de 2,5%.

fonte: Gazetaweb

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