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Vendas em hipermercados alagoanos avançam 64% em janeiro, aponta boletim da Sefaz

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Setor de hipermercados registrou alta nas vendas de mais de 60% em janeiro, segundo levantamento da Sefaz foto: Ailton Cruz

As vendas no setor de hipermercados em Alagoas registraram crescimento de 64% em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento divulgado neste sábado (27), pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). O desempenho contribuiu para que a atividade de varejo encerrasse o primeiro mês do ano com um crescimento de 13%. Contribuíram para isso, além dos hipermercados, os setores de alimentos, com alta de 32%, lojas de departamentos (31%) e combustíveis (13%).

Em contrapartida, o setor de supermercados registraram uma queda de 16% nas vendas de janeiro, na comparação com igual período de 2020. De acordo com a Sefaz, esta é a primeira vez que os setores de hipermercados e supermercados apresentam uma discrepância nos resultados. O órgão acredita que há um nítido movimento de concentração de vendas nos atacarejos.

“Na classificação supermercados entram também os mercadinhos de bairro”, que tiveram queda no movimento devido ao encerramento do auxílio emergencial do governo federal.

Os dados da Sefaz mostram que em linhas gerais, as atividades econômicas de atacado, varejo e indústria obtiveram um crescimento de 14% no mês de janeiro, em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com os dados, o setor atacadista teve aumento de 12% no seu total, com ênfase positiva nos segmentos representativos de mercadorias em geral (20%), materiais de construção (19%), alimentos (17%) e combustíveis (10%), que representaram 71% dos valores totais emitidos. Neste segmento, apenas as atividades atacadistas de fumo (-25%), açúcar (-12%) e veículos (-2%) apresentaram variação negativa no período.

O segmento industrial teve crescimento de 16% no total, tendo se destacado positivamente entre os valores mais significativos a fabricação de resinas (110%), a fabricação de produtos químicos (53%) e a fabricação de alimentos (25%). As atividades que tiveram resultados negativos foram a fabricação de açúcar (-11%), petróleo e gás (-4%) e frigoríficos e peixarias (-50%), este último tendo baixa representatividade em valores em relação ao total de emissões no período.

A Sefaz informou, por meio de assessoria de imprensa, que não divulga valores nominais das atividades econômicas em Alagoas.

Fonte: Gazetaweb

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